Acará Amarelo (Acarichthys heckelii)

 

Acarichthys heckelii (Müller & Troschel, 1849)

Nome Popular: Acará Amarelo, Acará heckelii  — Inglês: Threadfin acara

Ordem: Perciformes — Família: Cichlidae (Ciclídeos)

Distribuição: América do Sul, ao longo do rio Amazonas no Peru, Colômbia e Brasil

Tamanho Adulto: 20 cm (comum 14 cm)

Expectativa de Vida: desconhecido

pH: 6.0 a 7.0 — Dureza: –

Temperatura: 24°C a 30°C

Aquário Mínimo: 100 cm comprimento X 40 cm largura — O substrato convém ser de granulometria pequena e macio, visto ser uma espécie que gosta bastante de escavar. Forneça bastante refúgios com troncos e rochas.

Comportamento & Compatibilidade: De comportamento bastante pacífico, é uma boa opção para aquário comunitário com peixes sul americanos. Pode ser mantido com Geophagus e outros ciclídeos de grande porte, mas devido ao seu temperamento calmo, não é aconselhável juntar com espécies muito agressivas ou agitadas.

Foto obtida em aquasnack.co.uk

Alimentação: Onívoro, naturalmente se alimenta de pequenos invertebrados, detritos, plantas e filamentos de algas. Em aquário aceitará prontamente alimentos secos e vivos, devendo ser fornecido regularmente alimentos vegetais.

Reprodução: Ovíparo. Fêmeas escavam tocas com inúmeras entradas semelhante a tuneis (alguns falsos), depois atraem o macho para a entrada certa onde depositam os ovos. Ambos cuidam dos ovos e dos alevinos quando eclodem. A fêmea põe cerca de 500 ovos que levam alguns dias a eclodir. Passadas cerca de 2 semanas os alevinos nadam livremente.

Dimorfismo Sexual: Machos adultos possuem extensões da nadadeira dorsal maiores. enquanto as fêmeas são ligeiramente mais roliças e menores.

Biótopo: Ocorre frequentemente em locais inundados, principalmente durante época de alagamentos.

Etimologia: –

Sinônimos: Acara subocularis, Geophagus thayeri, Acara heckelii

Informações adicionais: Distribuído ao longo do rio Amazonas no Peru, Colômbia e Brasil, incluindo partes baixas dos rios Putumayo, Trombetas, Negro e Xingu; Rio Branco (bacia do Amazonas) no Brasil e Guiana, e Rio Essequibo na Guiana.

No Brasil é nativo dos estados do Amazonas (native), Pará (native), Rondônia (native) e Roraima (native);

Referências:

  • Robins, C.R., R.M. Bailey, C.E. Bond, J.R. Brooker, E.A. Lachner, R.N. Lea and W.B. Scott, 1991. World fishes important to North Americans. Exclusive of species from the continental waters of the United States and Canada. Am. Fish. Soc. Spec. Publ.
  • Kullander, S.O., 2003. Cichlidae (Cichlids). p. 605-654. In R.E. Reis, S.O. Kullander and C.J. Ferraris, Jr. (eds.) Checklist of the Freshwater Fishes of South and Central America. Porto Alegre: EDIPUCRS, Brasil.
  • Riede, K., 2004. Global register of migratory species – from global to regional scales. Final Report of the R&D-Projekt 808 05 081. Federal Agency for Nature Conservation, Bonn, Germany.

Ficha por (Entered by): Edson Rechi — Março/2021
Colaboradores (collaboration): —

Sobre Edson Rechi 903 Artigos
Aquarista em duas fases distintas, a primeira quando criança e tentava manter peixes ornamentais sem muito sucesso. Após um longo período sem aquários, voltou no aquarismo em 2004, desde então já manteve diversos tipos de aquários como plantado, peixes jumbo, ciclídeos africanos, água salobra, amazônico comunitário e marinho. Atualmente curte e mantém peixes primitivos e ciclídeos neotropicais, suas grandes paixões.

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