Tetra “africano” (Phenacogrammus aurantiacus)

 

Phenacogrammus aurantiacus  (Pellegrin, 1930)

Nome Popular: Não possui

Ordem: Characiformes — Família: Alestidae (Alestídeos)

Distribuição: África, bacia de Kouilou (República do Congo)

Tamanho Adulto: 10 cm

Expectativa de Vida: 5 anos

pH: 6.0 a 8.0 — Dureza: —

Temperatura: 24°C a 28°C

Aquário Mínimo: 100 cm (comprimento) X 40 cm (largura) requerido — Embora não fiquem tão grandes, são peixes agitados que requerem um bom espaço horizontal para nadarem. Um biótopo africano contendo raízes, plantas flutuantes e Anubias simulará seu ambiente natural. Ficam mais coloridos quando mantidos em aquário densamente plantado, mas com espaço livre para nadarem.

Comportamento & Compatibilidade: Comportamento pacífico, pode ser mantido em aquário comunitário. Deve-se manter pelo menos meia dúzia de espécimes para mostrarem seu comportamento natural e cores exuberantes.

Alimentação: Onívoro.Naturalmente se alimenta de vermes, pequenos insetos, crustáceos e matéria vegetal. Em aquário aceitará prontamente alimentos secos e vivos.

Reprodução: Ovíparo. São dispersores livres. Fêmea pode liberar até 300 ovos que afundam e são fertilizados pelo macho. Eclodem em até 48 horas e estarão nadando livremente em até seis dias. Pais não cuidam da progênie.

Dimorfismo Sexual: Os machos são maiores e mais coloridos. Eles também desenvolvem filamentos prolongados na nadadeira caudal e a nadadeira dorsal amplamente estendida.

Biótopo: —

EtimologiaPhenacogrammusphenax, -akos (grego) = enganoso + gramma (grego) = carta, sinal

Sinônimos: Phenacogrammus heterodontus, Hemigrammopetersius trilobatus, Hemigrammopetersius aurantiacus

Informações adicionais: Distribuído na bacia de Kouilou na República do Congo e bacia do Ogowé no Gabão e República do Congo. Também presente na bacia do médio e alto rio Congo.

Formato do corpo típico dos tetras africanos com escamas grandes. Frequentemente vendido juvenil não apresentando coloração chamativa, mas uma vez em fase adulta e bem adaptado ao aquário apresentam coloração exuberante.

Referências:

  • Paugy, D. and S.A. Schaefer, 2007. Alestidae. p. 347-411. In M.L.J. Stiassny, G.G. Teugels and C.D. Hopkins (eds.) Poissons d’eaux douces et saumâtres de basse Guinée, ouest de l’Afrique centrale/The fresh and brackish water fishes of Lower Guinea, west-central Africa. Vol. 1. Coll. Faune et Flore tropicales 42. Istitut de recherche pour le développement, Paris, France, Muséum nationale d’histoire naturelle, Paris, France and Musée royale de l’Afrique centrale, Tervuren, Belgique. 800 p.
  • Romero, P., 2002. An etymological dictionary of taxonomy. Madrid, unpublished.
  • Axelrod, H.R., W.E. Burgess, N. Pronek and J.G. Walls, 1991. Dr. Axelrod’s Atlas of freshwater aquarium fishes. Sixth edition. T.F.H. Publications, Neptune City, New Jersey.
  • Poll, M., 1967. Révision des Characidae nains africains. Ann. Mus. R. Afr. Centr., série in-8°, Sci. Zool.

Ficha por (Entered by): Edson Rechi — Agosto/2018
Colaboradores (collaboration): –

Sobre Edson Rechi 769 Artigos
Aquarista em duas fases distintas, a primeira quando criança e tentava manter peixes ornamentais sem muito sucesso. Após um longo período sem aquários, voltou no aquarismo em 2004, desde então já manteve diversos tipos de aquários como plantado, peixes jumbo, ciclídeos africanos, água salobra, amazônico comunitário e marinho. Atualmente curte e mantém peixes primitivos e ciclídeos neotropicais, suas grandes paixões.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*