
Nome Científico: Paragoniates alburnus (Steindachner, 1876)
Ordem: Characiformes — Família: Characidae
Nome popular: Tetra Pasca, Tetra de Vidro Azul
Distribuição: América do Sul: Bacia Amazônica média e superior
Tamanho Adulto: 6 cm
Expectativa de Vida: 5 anos
pH: 5.6 a 8.0 — Dureza: –
Descrição
Espécie atualmente pouco conhecida no aquarismo e bastante resistente se adaptando a diversos parâmetros de água.
Etimologia: Paragoniates, do grego Para, que significa “ao lado de” ou “o lado de” + Gonia , que significa “ângulo”. Em alusão as laterais prateadas do peixe. Alburnus: O epíteto específico vem do latim e significa “esbranquiçado” ou “prateado”, referindo-se à coloração típica e brilhante do peixe.
Sinônimos: –
Distribuição e Biótopo
Distribuído na Bacia Amazônica média e superior.
Países: Brasil, Peru e Venezuela. No Brasil é encontrado nas bacias dos rio Amazonas e rio Acre, no estado homônimo, Amazonas e Rondônia.
Biótopo: –

Criação em Aquário
Aquário de pelo menos 100 litros com comprimento mínimo de 80 cm e 30 cm de largura desejável.
Prefere aquário com plantas formando áreas sombreadas. Mostram-se mais coloridos e ativos quando mantidos em aquário densamente plantado. Pode-se adicionar raízes e folhas secas (opcional) como decoração.
Comportamento e Compatibilidade: Vive em pequenos grupos e normalmente seu comportamento é pacífico, embora possa apresentar alguma agressividade em relação a outras espécies se o volume do aquário for insuficiente. Indivíduos solitários tendem a ficar estressados.
Alimentação
Onívoro. Naturalmente se alimenta de vermes, insetos e pequenos crustáceos. Em aquário aceitará alimentos vivos e secos sem dificuldade.
Reprodução
Ovíparo. São dispersores de ovos de forma livre.
Maturidade Sexual: Próximo de 4 a 5 meses — Cuidado Parental: Não ocorre.
Dimorfismo Sexual: Quase imperceptível, exceto em época de reprodução onde os machos ficam com cores mais acentuadas. No geral as fêmeas são levemente menores e possuem região ventral ligeiramente roliça, enquanto no macho é retilíneo.
Referências
- Lima, F.C.T., L.R. Malabarba, P.A. Buckup, J.F. Pezzi da Silva, R.P. Vari, A. Harold, R. Benine, O.T. Oyakawa, C.S. Pavanelli, N.A. Menezes, C.A.S. Lucena, M.C.S.L. Malabarba, Z.M.S. Lucena, R.E. Reis, F. Langeani, C. Moreira et al. …, 2003. Genera Incertae Sedis in Characidae. p. 106-168. In R.E. Reis, S.O. Kullander and C.J. Ferraris, Jr. (eds.) Checklist of the Freshwater Fishes of South and Central America. Porto Alegre: EDIPUCRS, Brasil.
- Swedish Museum of Natural History, 1999. Fish collection database of the Naturhistoriska riksmuseet (Swedish Museum of Natural History). Ichthyology Section, Department of Vertebrate Zoology, Swedish Museum of Natural History, Stockholm, Sweden.
Publicado em Novembro/2025
