Planta Elodea atrapalha pesca e geração de energia no Noroeste paulista

Elas crescem de forma desenfreada às margens e no meio dos rios em Ilha Solteira e Castilho

Fonte: Tv Tem – G1 Araçatuba e Rio Preto

Uma espécie de planta aquática nos rios Paraná e Tietê tem atrapalhado pescadores e até a geração de energia em hidrelétricas de Ilha Solteira (SP) e Castilho (SP). As plantas crescem de forma desenfreada nesses locais, às margens e no meio dos rios.

As plantas são chamadas de macrófitas ou elódeas e são encontradas, geralmente, em rios de água transparente. Elas precisam de luz, nitrogênio e fósforo para se desenvolverem. Essas condições são encontradas no rio Tietê, que recebe matéria orgânica de uma grande região do Estado, mas as plantas passaram a serem encontradas com frequência no rio Paraná, perto da usina de Ilha Solteira.

Na usina hidrelétrica Jupiá, em Castilho, o problema é antigo. Na época em que a hidrelétrica era administrada pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp), antes de ser privatizada, as plantas aquáticas já existiam e a empresa precisou investir dinheiro para tentar controlar e evitar que elas atrapalhassem o funcionamento das turbinas.

O professor de agronomia da Unesp de Ilha Solteira, Fernando Tadeu, especialista em plantas aquáticas há 17 anos, diz que o aumento dessas espécies pode causar impactos graves nos rios. “Essas plantas prejudicam o fluxo de água, a água chega com uma força menor para gerar energia elétrica. Isso é um prejuízo muito grande para a produção de energia nas usinas”.

Confira a reportagem completa em TV TEM.

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