Planta Elodea atrapalha pesca e geração de energia no Noroeste paulista

Elas crescem de forma desenfreada às margens e no meio dos rios em Ilha Solteira e Castilho

Fonte: Tv Tem – G1 Araçatuba e Rio Preto

Uma espécie de planta aquática nos rios Paraná e Tietê tem atrapalhado pescadores e até a geração de energia em hidrelétricas de Ilha Solteira (SP) e Castilho (SP). As plantas crescem de forma desenfreada nesses locais, às margens e no meio dos rios.

As plantas são chamadas de macrófitas ou elódeas e são encontradas, geralmente, em rios de água transparente. Elas precisam de luz, nitrogênio e fósforo para se desenvolverem. Essas condições são encontradas no rio Tietê, que recebe matéria orgânica de uma grande região do Estado, mas as plantas passaram a serem encontradas com frequência no rio Paraná, perto da usina de Ilha Solteira.

Na usina hidrelétrica Jupiá, em Castilho, o problema é antigo. Na época em que a hidrelétrica era administrada pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp), antes de ser privatizada, as plantas aquáticas já existiam e a empresa precisou investir dinheiro para tentar controlar e evitar que elas atrapalhassem o funcionamento das turbinas.

O professor de agronomia da Unesp de Ilha Solteira, Fernando Tadeu, especialista em plantas aquáticas há 17 anos, diz que o aumento dessas espécies pode causar impactos graves nos rios. “Essas plantas prejudicam o fluxo de água, a água chega com uma força menor para gerar energia elétrica. Isso é um prejuízo muito grande para a produção de energia nas usinas”.

Confira a reportagem completa em TV TEM.

Sobre Edson Rechi 589 Artigos
Aquarista em duas fases distintas, a primeira quando criança e tentava manter peixes ornamentais sem muito sucesso. Após um longo período sem aquários, voltou no aquarismo em 2004, desde então já manteve diversos tipos de aquários como plantado, peixes jumbo, ciclídeos africanos, água salobra, amazônico comunitário e marinho. Atualmente curte e mantém peixes primitivos e ciclídeos neotropicais, suas grandes paixões.

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